segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Redação do Enem 2010

Tema da Redação: 
O trabalho na Construção da Dignidade Humana.

Título:
O Trabalho hoje em dia
Atualmente, o Brasil vive numa verdadeira fase revolucionária trabalhista, com melhores condições, inúmeras possibilidades e oportunidades de qualificação. Mas nem sempre foi assim.

Durante o século XIV, o país vivenciou um dos mais remotos tempos de escravidão da história.
As condições precárias do homem negro naquela época o tornavam um ser incompreensível pelos brancos somente por não possuir a mesma tonalidade de cor.

Foi então que em 1888, o Brasil iniciou sua nova era: O fim da escravidão. Após essa época, os trabalhadores tanto negros quanto mestiços passaram a ter sua dignidade construída a partir da liberdade. Embora ainda existam relatos de escravidão nos tempos atuais, os negros de hoje em dia conquistaram o seu lugar na sociedade, fortalecendo a possibilidade de um futuro promissor para seus ascendentes.

Dessa forma, as futuras gerações não só terão seus direitos preservados, mas como o exercerão com dignidade e cidadania.


por Rafael Brito (Redação do Enem 2010) – 07/11/10
Tema da Redação: 
O trabalho na Construção da Dignidade Humana.

Título:
O Trabalho hoje em dia
Atualmente, o Brasil vive numa verdadeira fase revolucionária trabalhista, com melhores condições, inúmeras possibilidades e oportunidades de qualificação. Mas nem sempre foi assim.

Durante o século XIV, o país vivenciou um dos mais remotos tempos de escravidão da história.
As condições precárias do homem negro naquela época o tornavam um ser incompreensível pelos brancos somente por não possuir a mesma tonalidade de cor.

Foi então que em 1888, o Brasil iniciou sua nova era: O fim da escravidão. Após essa época, os trabalhadores tanto negros quanto mestiços passaram a ter sua dignidade construída a partir da liberdade. Embora ainda existam relatos de escravidão nos tempos atuais, os negros de hoje em dia conquistaram o seu lugar na sociedade, fortalecendo a possibilidade de um futuro promissor para seus ascendentes.

Dessa forma, as futuras gerações não só terão seus direitos preservados, mas como o exercerão com dignidade e cidadania.


por Rafael Brito (Redação do Enem 2010) – 07/11/10

domingo, 5 de setembro de 2010

Atualization

MUITO TRABALHO...
EM BREVE ATUALIZAÇÕES.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Sexualidade, Twitcams e Vergonha Alheia

Ola pessoas!
 Depois de muito tempo sem postar nada, quero entrar num assunto que assusta a maioria da sociedade, por muitas vezes, ocasionada pela falta de informação e conceito.

Hoje resolvi escrever sobre a sexualidade, um assunto polêmico e pode dilacerar famílias que optam por seguirem tradições e as que são muito conservadoras.

Cada vez mais se vê pessoas tanto homem quanto mulheres que “saem do armário” e assumem sua sexualidade, seja homossexual, bissexual e até vice-versa.

A minha visão do mundo é de que ele está se tornando cada vez mais perfeccionista, por isso as pessoas tendem a se sentirem melhor deixando fluir aquilo que vem de dentro.

Acredito que a sexualidade seja relacionada à vaidade, quanto mais a pessoa se sente bem, mais ela se cuida.


Falando nisso, uma coisa inusitada rola no Twitter, na verdade na Twitcam (componente que transmite a câmera ao vivo dos usuários do Twitter). Tive conhecimento da existência de uma cover, ou melhor, um cover brasileiro da Lady Gaga. 

Da primeira vez que vi a Twitcam do sujeito, não acreditei como uma pessoa ainda que seja amadora no ramo tivesse tanto talento imposto em sua personalidade. Simplesmente sensacional. Alguns dizem que é profissional, outros dizem que é um mero indivíduo querendo se aproveitar pelo fato de ser bissexual. Quanto ao motivo que o levou a fazer a isso não sei, mas acredito que possa ter um grande futuro pela frente se investir na carreira humorística.

 Na minha opinião, um talento nunca deve ser desprezado, deve-se fazer do contrário, apoiá-lo para que possa ser reconhecido da maneira que merece.

Esse indivíduo a qual me refiro chama-se Pedro Rubira Neto, mais conhecido por seu personagem na internet de GAGA COVER . Pedro conta bem sua história de como surgiu essa idéia em seu blog (Clique aqui para acessá-lo).

Veja uma de suas aparições na Twitcam:

 

Um sucesso pode variar de acordo com a influência da qual a pessoa adquire, se uma pessoa comum consegue uma popularidade, é porque ela carrega algo de especial, um dom que a vida lhe concedeu.

Em outros casos, a falta de talento pode acarretar uma popularidade instantânea embora sua personalidade não seja uma das melhores. É o caso do novo sucesso da Twitcam, assim como @gagacover conseguiu atingir inúmeros fãns, uma pessoa cujo usuário do Twitter seja chamado de @Allexpop. Veja abaixo a Twitcam do sujeito:




Nesse caso, a pessoa se compromete a fazer de tudo para conseguir ser popular. Assim como o @ggordinho e @gordinhoinsano (acho que são as mesmas pessoas).  Olha a cultura do rapaz:



A busca pela fama os leva a se despir para conseguir novos usuários seguindo seus Twitters. Essa vasta atitude anti-ética está se tornando cada vez mais comum, principalmente com aqueles que não tem vergonha na cara. Mas admiro aqueles cujo objetivo é descontrair. Aliás, o mundo precisa sorrir.

#Coisas que a vergonha alheia deveria publicar.

Eu particularmente não me submeteria a tantas ridicularidades. Se é preciso fazer esse tipo de coisa pra conseguir a fama, prefiro permanecer no anonimato.


Rafael Brito, 08 de Julho de 2010.
SIGA-ME NO TWITTER: @just_rafael ou @rafaelbrito1

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Grêmio Maldito

Essa semana, como experiencia de vida, tem vivido momentos bons e ruins compartilhados esses momentos pessoas insignificantes que não se dão conta por si do que elas realmente são.
                                     
Eu acho incrível como muitas pessoas agem de má índole. Então vamos lá...

Há algumas semanas atrás eu havia me candidatado às eleições do Grêmio Estudantil, o primeiro já realizado por minha escola.

Na semana passada, durante as eleições um acontecimento inusitado deixou dúvidas em relação à minha confiabilidade. 

No dia da decisão, três meninas queriam entrar na Comissão Eleitoral tentando nos auxiliar naquele momento crítico.

 As meninas, por si só vieram, porém com saias curtas, blusa tomara-que-caia e entre outros trajes supostamente proibidos de entrar em ambientes sociais. Elas foram impedidas de entrar na escola, até aí tudo bem.

Elas foram para casa, trocaram de roupa, e voltaram à tarde com roupas adequadas. Exceto uma, que veio com uma calça debaixo de uma mini-saia. Por causa dessa mini-saia, todas as garotas foram impedidas novamente de entrar na escola.

Eu, numa situação difícil naquela hora, sem ninguém para me auxiliar na monitoração das votações, encontrava-me desesperado, procurando ajuda.

Ao ver as meninas no portão da escola impedidas de entrar pela faxineira que fazia o trabalho de coordenadora, não medi esforços para tentar colocá-las em meu lugar.

Já era tarde para mim, eu estava exausto, com o estômago pedindo clemência até aquele momento, pois não podia deixar meu posto.

Então resolvi ir até a direção conversar com a diretora para que conseguisse uma autorização e deixar as meninas no meu lugar nas campanhas. Já a diretora, estava ocupada, e eu naquela situação de aflição, não perdi tempo e tirei fotos das roupas que as meninas estavam usando.

No momento em que a diretora encontrava-se livre, mostrei-a as fotos e ela imediatamente permitiu que as meninas entrassem e ordenou que a faxineira abrisse os portões.

Contrariando as ordens da diretora, a faxineira não permitiu explicando que as meninas estavam com roupas inadequadas, sendo que eu tinha a prova nas mãos de que elas não estavam agindo errado. 

Diante aquela confusão, a mãe de uma das garotas foi chamada para dar esclarecimentos e eu ouvia aquela discussão com o coração na mão temendo que meu nome fosse citado.


Ouvindo o depoimento da mãe da aluna e da faxineira, a diretora logo entrou em contradição se deparando contra mim, pondo meu nome na lista de advertência da secretaria.

Na hora não entendi o que se passava na cabeça da diretora para ela tomar aquela atitude tão drástica. A partir desse dia, eu venho sendo tratado com desrespeito por todas as autoridades daquela escola.
 
A minha intenção era conseguir pessoas para auxiliar na minha eleição. Se uma garota estava com roupa inadequada, que a dispensasse, pois não podia recusar ajuda naquele momento tão crítico. 

Exausto eu estava, trabalhando na campanha das 8:00 da manha até às 6 da tarde, resolvi ir embora. Momentos antes, havia dito que não me importava com o resultado, que para mim tanto faz. Mal sabia eu que aquilo iria me prejudicar futuramente.


No dia seguinte, foi feita a apuração dos votos e para minha felicidade, eu havia ganhado as eleições pela Chapa 1 (da qual eu participava) no posto mais alto, a de Presidente.  Diante todo esse momento de felicidade, eu nem poderia imaginar que os momentos de angústia, decepção e uma raiva mortal viriam à tona nos próximos dias.


Na semana seguinte, ao chegar na escola recebi a notícia que abalou todos aqueles que apostaram em minha competência durante as eleições. Tudo que eu poderia mais temer naquele momento: Fui rebaixado à Vice-presidente!


A notícia caiu como uma bomba na lábia daqueles que eram contra, principalmente a faxineira. Eu podia descrever melhor aquele momento com apenas uma palavra, “Indignação.”

Passado algumas horas, fui até a coordenação pedir esclarecimento daquela absurda atitude.
Ao falar com a professora responsável pelo Grêmio, o argumento usado por ela foi como a de um julgamento do qual eu fosse o Réu.


Por mais incrível que pareça a minha defesa foi inútil em comparação a de uma pessoa que estava acostumada a lidar com casos semelhantes. Eu me senti num verdadeiro tribunal regenerado de injustiças.


Embora seja pressionado à desistir até hoje por inimigos, não recuei, e continuo bravamente tentando mudar o jeito rude de se administrar esse batalhão da vida, do qual chamamos de Escola.


Rafael Brito, 22 de Abril de 2010